PARNAHYBA: UMA ÓTIMA CAMPANHA!

PARNAHYBA: UMA ÓTIMA CAMPANHA!

Por Renneé Cardoso Fontenele

___06.05.2011

(NAS VITÓRIAS, OS GIGANTES OCULTOS!)

O Parnahyba Sport Club, após a 5ª Rodada do Certame 2011, reafirma a condição de principal favorito ao Título deste ano. Não pelo fato em si de sua posição, mas por mostrar constância nos jogos até então: cinco jogos, quatro vitórias e um empate. No Piscinão, foram três jogos e três vitórias: 1 a 0 no River; 2 a 1 no Flamengo e 4 a 1 no Barras.

Um paralelo oportuno: nas campanhas do Tri, em 2004, por exemplo, na 3ª Rodada, o Parnahyba conhecia sua primeira derrota, para o Piauí, dentro do Piscinão. Em 2005, logo na 1ª Rodada, acontecia a repetição da 3ª do ano anterior, e, em 2006, a derrota veio na 2ª Rodada, para o Barras, em Barras. Isto é, não chegaria à quarta Rodada sem perder, mesmo conquistando os títulos. Este ano, o Tubarão fará seu sexto jogo, sem conhecer a derrota.

Fruto de muito trabalho e persistência, a campanha do Tubarão até o momento é brilhante. Jogadores, torcida e Diretoria de parabéns, pelo desempenho.

Há quem fale na força jovem dos jogadores, na participação da torcida, no entrosamento da equipe ao passo dos jogos. Mas, e o Técnico, o Preparador de goleiros e o Preparador físico? Não estarão contribuindo?

O Futebol tomou rumos pelos quais os pensamentos e conclusões nem sempre condizem com a realidade. Ora, se a campanha azulina fosse outra, negativa, sem sombra de dúvidas, a primeira coisa a ser feita seria culpar o Técnico, e os Preparadores de goleiro e físico. É uma verificação! Contudo, como tal campanha reflete um bom desempenho, o esquecimento surge como manto a cobrir o ótimo trabalho de tais profissionais, citados acima.

Batista Filho, com muita vontade e demonstrando conhecimento técnico, está conduzindo o Tubarão aos grandes resultados. Do mesmo modo atuam Filho, Preparador de goleiros, e Rafael, Preparador físico. Todos fazendo um grande trabalho!

Portanto, uma ótima campanha azulina, até então, na perseverança de profissionais que fazem acontecer, e, diga-se, de casa. Com isso, eis uma pergunta a ser refletida: será que “santo de casa” não obra milagre?


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